quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Seleção por competência: entendendo um pouco mais.

Na gestão de pessoas, a competência é uma das questões chave na contratação de profissionais.
Mas o que é competência?
Competência é a capacidade de transformar conhecimentos, habilidades e atitudes em resultados.
Pouco adianta o investimento das organizações através da tecnologia e metodologia de trabalho, se as pessoas não estiverem preparadas para exercer suas funções com qualidade e produtividade.
Hoje em dia, os processos seletivos vêm quase sempre acompanhados de duas demandas: agilidade de respostas e qualidade no atendimento.
Quando o assunto é qualidade no atendimento, há um grande desafio dos recrutadores na questão de atender as expectativas do cliente em um perfil passível de ser avaliado, mensurado, descrito de competências e que sinalize em direção à assertividade nas escolhas.
A eficácia no processo seletivo deve ser ajustada com o perfil de competências. Mas como fazê-lo?
A construção deste perfil deverá ser realizada em parceria com o requisitante. Deve-se ouvir com atenção e traduzir de maneira mais objetiva possível, as expectativas dele.
Informações tais como: objetivo, metas e desafios, são importantes e favoráveis para definir um perfil de competências universais.
Algumas são:
·         Liderança
·         Capacidade empreendedora
·         Capacidade de trabalhar sob pressão
·         Comunicação
·         Negociação
·         Planejamento e organização

É recomendado entre 5 e 6 competências a cada profissional, mas se a pessoa domina bem uma, ela vem agregada de outras que não necessariamente precisam estar contidas no perfil.

A seleção por competência, especifica de forma clara os indicadores comportamentais do perfil, permite ao recrutador planejar as etapas do processo com base em informações objetivas, assim facilitando e avaliando os pontos de excelência e insuficiência de cada candidato.
Avaliar com ética, justiça e imparcialidade, são os pontos fortes desta metodologia.


Por Camila Teixeira.


sábado, 2 de outubro de 2010

10 dicas para seu Marketing Pessoal

Todo e qualquer profissional para ter sucesso precisa que o seu valor seja efetivamente percebido por seus superiores e no mercado em geral. Para que isso ocorra precisamos ir além das competências que compõe o nosso perfil profissional e utilizarmos técnicas de comunicação e marketing. O marketing pessoal não é um culto ao ego ou à vaidade pessoal, é uma necessidade profissional. Excelentes profissionais têm seu reconhecimento e sua demanda subestimados pelo mercado por deixarem de lado o seu marketing pessoal. Não devemos confundir humildade com anonimato. É perfeitamente possível ser reconhecido por seus valores humanos e profissionais sem com isso perder a humildade. Todos nós temos uma contribuição humana e profissional para oferecer ao mundo. Quanto maior o número de pessoas para as quais possamos oferecer nossas contribuições, melhor. Veja abaixo 10 dicas importantes sobre Marketing Pessoal:

1. Lembre-se que seu marketing pessoal tem o poder de transformar seu talento em oportunidades. Um Gênio sem marketing pessoal é um gênio desconhecido.

2. Se você está começando uma carreira ou uma nova etapa, demonstre toda a sua disposição para aprender com todas as pessoas e situações. Deixe sempre bem claro o quanto é importante para você aprender com as pessoas e com a empresa.

3. Descubra o ponto mais marcante da sua personalidade, sua maneira de se comunicar, sua alegria, seu bom senso, etc. Foque a ''divulgação'' deste seu ponto marcante, ele será pra você o que uma marca é para uma empresa. Com o tempo, a sua  ''marca pessoal'' ficará conhecida e desejada por este e por outros atributos que o tempo vai mostrar.

4. ''Dress to impress'' esta expressão do mercado corporativo americano possui o seguinte significado: ''vista-se para ser visto''. Sem exageros, sem extravagância, com discrição, mas desenvolvendo um estilo pessoal facilmente reconhecível. Estilo é tudo! Vista-se de maneira a que a sua presença seja agradável aos olhos. Como seres humanos somos muito atraídos pela beleza. Não há nada errado em ser bela desde que você não reduza apenas à beleza as suas potencialidades diante da vida.

5. Mostre o seu lado ''solucionador de problemas''. Sempre que surgir uma dificuldade ou um problema dentro da equipe a que você pertence, pergunte-se: ''o que eu posso fazer por isso?''. Sempre que você ajudar a resolver um problema você estará inserindo sua marca pessoal na lembrança das pessoas.

6. Entregue sempre um resultado superior ao esperado. Dedique-se a superar as expectativas das pessoas. Sempre que algo lhe for solicitado pergunte-se: ''Qual é a melhor maneira pela qual eu posso realizar o que me foi pedido?'', '''Eu posso superar as expectativas com respeito ao meu desempenho e o cumprimento da tarefa?'' Realize com qualidade ampliada, procure sempre olhar além da solicitação.

7. Onde a maioria das pessoas fica parada por falta de recursos, IMPROVISE. Use sua criatividade para, diante de poucos recursos, desenvolver a melhor solução possível frente a um desafio. As pessoas mais bem colocadas no mundo dos negócios ousaram improvisar muitas vezes.

8. Construa vários networks. Dedique-se a formar diferentes redes de relacionamentos dentro e fora da empresa. Através dos relacionamentos conhecemos e somos conhecidos, reconhecemos e somos reconhecidos e, principalmente, compartilhamos interesses comuns. Identifique quais são as áreas de interesse que aproximam você de outras pessoas: música, literatura, cinema, hobbies, esportes, competência técnica, etc. Aproxime-se das pessoas, construa relacionamentos de longo prazo.

9. Cultive sua ética e sua honestidade de forma inabalável. A vida testa você! Caminhos não éticos são atalhos que conduzem a abismos! Uma atitude não ética acaba com o seu maior patrimônio: sua integridade. Quando a falta de ética passa a fazer parte da marca pessoal de alguém, esta pessoa somente será usada por outras igualmente não-éticas até o momento em que for conveniente abandoná-la e deixá-la pagar a ''conta''. Não ceda!

10. Vivemos em uma era de muita competitividade e muita pressão, por isso resistência física, mental  e emocional são fundamentais. Isto significa: cuide do corpo, da mente e do espírito. Fortaleça-se nos três níveis, assim quando as pessoas estiverem fisicamente esgotadas você ainda terá fôlego extra - ponto para o seu marketing pessoal. Quando elas estiverem cansadas demais pra pensar em soluções você ainda terá criatividade de sobra para dar idéias - mais 1 ponto para o seu marketing pessoal. E, quando as pessoas estiverem com raiva ou depressão, você manterá a paz e a vontade de viver - ponto para a vida, e para o seu marketing pessoal, também.

Marketing Pessoal - Construindo sua marca

É comum ouvirmos a expressão: “Somos todos vendedores”. E, para triunfar no jogo do universo corporativo é necessário, antes de tudo, vendermos a nós mesmos.
A proposta deste artigo é levar você a compreender que uma marca não nasce, é construída. E que uma marca pessoal é conseqüência de um processo de diferenciação. O marketing pessoal significa projetar uma imagem de marca em relação a você mesmo, tomando a si como se fosse um produto ou serviço.
1. Embalagem – O aspecto externo é o princípio de tudo. Você não poderá causar uma primeira impressão novamente. Por isso, cuide de sua aparência, vista-se adequadamente, com base no ambiente e nas circunstâncias, evitando o uso excessivo de acessórios (anéis, correntes, pulseiras) e cosméticos, aprendendo regras de etiqueta e melhorando seu vocabulário, tanto o falado quanto o escrito. Manter seu carro limpo e sua maleta executiva organizada também compõem essa regra.
2. Conteúdo – Embora o design seja determinante, se o que estiver por dentro não respaldar a expectativa criada, você seguramente deixará de se estabelecer. Por isso, cuide da sua formação acadêmica. Mas lembre-se de que o pedaço de papel emoldurado na parede é menos significativo que os livros que você ler, que as pessoas que conhecer e que os debates dos quais participar. Aprenda a redigir um currículo personalizado, objetivo e atualizado. Seja uma pessoa de atitude, praticando competências como: iniciativa, comprometimento, ousadia, persistência, criatividade, planejamento, persuasão, liderança e autoconfiança. Além disso, seja autêntico e abuse da transparência e da ética. É o melhor caminho para conquistar a confiança e a simpatia das pessoas.
3. Visibilidade – Não adianta fazer o melhor produto do mundo se ninguém tiver conhecimento. É preciso comunicar e repercutir. Para construir uma marca, você precisa aparecer. Por isso, tenha sempre seu cartão de visitas à mão, mesmo que você esteja desempregado. Crie um site pessoal e aprenda a utilizar o e-mail. São instrumentos poderosos e de baixo custo. Participe de eventos para ver e ser visto.
4. Ênfase – Uma marca, para ser lembrada, precisa ser repetida. Se você está no estágio inicial de construção da sua marca, considere até mesmo a possibilidade de atuar com um pseudônimo. E priorize nomes que facilitem a memorização e a identidade visual.
5. Divulgação – Você deve virar notícia – evidentemente não das páginas policiais. Nesse momento, a publicação de artigos e participação em eventos são instrumentos certeiros. Coloque a palavra networking em seu vocabulário e na sua agenda.
6. Diferenciação – Seguindo todos os passos anteriores, você ainda correrá um risco: ser notado apenas como mais um player, mais uma marca dentre tantas disponíveis no mercado. Por isso, você precisa se diferenciar. Desenvolver um estilo próprio, fazer as coisas de forma diferente e, assim, tornar-se único, exclusivo, admirado e presente no coração e na mente das pessoas.

Tom Coelho

Quais são os seus valores?

Assimilar os valores da empresa é fundamental para um bom trabalho, mas os pessoais não devem ficar de lado. As empresas criam naturalmente seus valores para que estes possam representá-las e defendê-las da melhor maneira perante os stakeholders.Mas como surgem ou são criados e perpetuados estes valores, estas crenças?
Eles surgem através do histórico da empresa, dos valores pessoais dos fundadores, da adoção de práticas sustentáveis e das próprias ações frente às demandas do dia-a-dia que fortalecem seu DNA, entre outros meios.
É correto dizer, então, que quando admitidos, levamos para o novo ambiente não apenas nossas expertises profissionais; levamos também integridade, beleza, vigor, lealdade, seriedade, humor, ética, inteligência e comprometimento. Ou seja, levamos valores positivos e alguns negativos, que cada um de nós conhece muito bem.
E o que levamos quando saímos da empresa?
Mantemos nossos valores pessoais e a passagem por uma empresa não é nada mais do que um ciclo que teve começo, meio e fim. Ponto final. E certamente sairemos mais fortes para os novos desafios que virão.
É preciso uma percepção aguçada e inteligente para extrair aquilo que de melhor aconteceu enquanto lá estávamos. O resto? Delete!
Não há como mudar esse roteiro. Trocam-se os atores e cenários apenas.
Assim colocado, esta história de “vestir a camisa” precisa ser melhor entendida. È necessário evitar uma blindagem imaginária, que soe falsamente aos ouvidos pouco atentos de alguns profissionais. Este sim é tipo do comportamento que não cria valor algum.
O que lhe parece mais importante? Os seus valores ou vestir a camisa da empresa?

Mauro Bianco (diretor – SPS Consulting)

O que é Job Rotation?

Cada vez mais, o meio corporativo tem tornado-se um ambiente com dicionário próprio. Tanto que já existem livros publicados especificamente para esse assunto. A lista de palavras estrangeiras incorporadas ao dia a dia dos trabalhadores de grandes empresas tornou-se tão comum, que bastam algumas reuniões para que um novo termo - mesmo com significado desconhecido - seja utilizado por todas as áreas e pessoas de diferentes níveis hierárquicos.
Entretanto, nessa imensa lista de palavras que representam o mundo globalizado, existe uma, que espero, seja devidamente praticada por alguma empresa, após a leitura deste texto.
A palavra a qual me refiro é job rotation. E qual é o seu significado? Job (trabalho) / Rotation (rotação, variação). Então, é uma variação de atividades ou rotação de trabalho, que implica na experiência que o trabalhador pode ter ao alternar as atividades de seu dia a dia, com as atividades que pode aprender em outros setores ou cargos.
Esse aprendizado tanto pode acontecer em um período do dia, quanto num processo semestral, mensal ou semanal. Tudo depende da estrutura e da realidade de cada empresa. Avaliando-se as pessoas que devem ser treinadas, os seus interesses de aprendizado, as pessoas que podem atuar como mentores (instrutores) e as áreas ou cargos que podem e precisam de talentos no futuro, assim será possível planejar um bom processo de job rotation para os empregados.
Mas, para que serve esse tipo de rodízio? O que a empresa ganha com isso? Poderia ser objetiva e prática em dizer que, serve para permitir aprendizado ao empregado, num custo mais baixo para empresa, ou seja, se a empresa encaminha um empregado para treinamento, poderá ter custos com: treinamento + horas de trabalho do empregado que está em curso + lanche + transporte (em alguns casos). Já na prática estruturada do job rotation, os custos são reduzidos a: tempo de explicação do mentor + tempo de aprendizado do treinando.
Outrossim, podemos recorrer a uma reflexão de ordem histórica. Após a Segunda Guerra Mundial, quando os teóricos da administração como: Taylor e Ford com a visão rígida e mecanicista sobre seus empregados (cada um fazia o seu trabalho no menor tempo possível, visando à conclusão de sua tarefa) não estavam conseguindo alavancar os resultados de suas fábricas; foram as ideias do Toyotismo (Toyota) que trouxeram um grande avanço às linhas de produção e aos bolsos dos capitalistas. Ou seja, adotou-se uma visão do trabalhador polivalente e flexível, onde todos precisavam saber fazer o que o outro fazia, fazendo surgir, além disso, o espírito de grupo.
É claro que não é possível que todos os empregados saibam tudo em uma grande organização, até porque a legislação atual está aí para nos orientar quanto aos regimentos das relações trabalhistas. Mas não se pode negar que um bom programa de job rotation é uma alternativa eficaz, eficiente e barata de se treinar o pessoal em outras tarefas.
Atualmente, algumas empresas utilizam esse processo para ensinar aos especialmente, estagiários e formandos em programas de trainees. Outras empresas vão mais além e não só fazem o rodízio, como também praticam muitas outras maneiras de treinar o seu pessoal.
Conforme já disse acima, o programa de job rotation deve ser bem estruturado. É esse planejamento que evitará a perda de tempo e dinheiro, bem como evitará problemas sindicais, ou ainda, evitará que o empregado vá para outro setor ou cargo e se sinta perdido ou até mesmo atrapalhe o bom andamento das atividades do setor que o recebe. Se bem organizado e gerenciado, de um lado, a pessoa que recebe o treinamento aprende outra tarefa. De outro lado, a pessoa que ensina (mentor) desenvolve outras habilidades, como: comunicação, liderança etc. Ambos poderão desenvolver as suas dificuldades, aprender novas possibilidades, fortalecer os seus pontos fortes e serem potenciais para cargos futuros.
Além do mais, lembro a fala do pesquisador De Masi: pessoas bem tratadas produzem mais. Qualquer empresa que queira crescer e ser um diferencial no mercado, precisa atrair e reter profissionais com capacidade para tomar decisões rápidas e gerar soluções originais para a sua organização. Para que o empregado aja dessa maneira, não precisa depender só da empresa, é claro. Mas, não tenhamos dúvidas, a empresa que investe em pessoas terá mais facilidade para selecionar os melhores e mais talentosos.
Pense nisso e aja, antes que o seu concorrente seja mais rápido. Mas, se preferir não fazer nada e manter as velhas práticas, apenas espere... e verá que aqueles que foram, venceram!

10 dicas para reduzir o estresse no trabalho

É notório que cada vez mais os profissionais se deparam com o aumento de exigências no mercado de trabalho. O resultado são pessoas estressadas que mesmo ao saírem do ambiente organizacional levam consigo um comportamento de ansiedade e que quando não sabem lidar com essa situação, têm a vida pessoal afetada. Imaginar uma empresa onde não há fatores estressantes é utopia. Então, o que fazer? Abaixo 10 dicas que podem ser adotadas para melhorar sua qualidade de vida.
1 - Faça um planejamento das atividades que são realizadas diariamente e dê prioridade às ações consideradas mais urgentes.
2 - Se existe uma data para a entrega de um relatório, por exemplo, tente preparar o material com dois dias de antecedência. Isso permitirá que seja feita uma revisão, possíveis alterações e você evitará ser "cobrado".
3 - Caso algum colega esteja com complicações para concluir um trabalho, se possível ofereça ajuda. Muitas vezes, nossas atividades estão diretamente relacionadas às responsabilidades do profissional que senta ao lado.
4 - Hoje, inúmeros profissionais têm o computador como instrumento de trabalho. Escolha um fundo de tela que transmita sentimentos bons. Assim que ligar o micro, você poderá ver uma paisagem, um sorriso de uma criança ou até uma ilustração que o faça dar um breve sorriso.
5 - Há pessoas que melhoram a produtividade ao escutarem música. Faça uma seleção de seu repertório preferido e use os fones de ouvido para escutar melodias que o relaxem.
6 - Sua mesa também merece atenção. Claro que a presença de determinados objetos e documentos é fundamental para o exercício das suas atividades. No entanto, não custa dar um toque pessoal e colocar um porta-retrato, um acessório de escritório, algo que expresse sua personalidade.
7 - Na hora do almoço, procure uma companhia agradável. Uma boa conversa com um colega sempre relaxa a mente.
8 - Caso você sinta-se muito tenso e não consiga realizar uma determinada atividade, dê uma "paradinha estratégica" de pouco minutos e tome um cafezinho ou mesmo uma água para refrescar os neurônios. Outra dica interessante é sair um pouco do ambiente fechado para respirar fundo. Abrir a janela da sala e olhar para o mundo "lá fora", pode até ajudá-lo a ter uma boa ideia.
9 - Quando sua musculatura começar a reclamar, levante-se da cadeira por uns cinco minutos, por turno, e faça alguns exercícios laborais.
10 - Se a organização em que você trabalha possui ações voltadas para a melhoria da qualidade de vida no trabalho, aproveite cada oportunidade. Não deixe de passear ou, então, participar de algum campeonato com seus colegas. Nesses eventos, a descontração contagia a todos.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O perfil do Consultor Interno de RH

O Consultor Interno de RH é um colaborador de uma organização que até então desempenhava atividades específicas, passará a adquirir multifuncionalidade, terá sua atuação extremamente fortalecida e ampliada.
Em algumas organizações, o Consultor Interno orienta quanto à forma mais adequada de um processo de recrutamento, troca idéias com o seu cliente interno quanto ao perfil profissiográfico mais adequado para determinada função, apresenta ferramentas mais apropriadas para avaliar o candidato à vaga, acompanha todo o processo oferecendo Feedback para o seu cliente. Este é só um exemplo de como profissionalizar a atuação. Ter a postura de um Consultor é fazer o que é necessário com a maior eficiência e eficácia possível, sem temer os resultados e o retorno do cliente.
Pode-se também intervir, por exemplo, em questões de treinamento, acompanhamento da carreira e dos benefícios, propor soluções para eventuais conflitos, estabelecer metas de RH para a área, adaptar os produtos da administração de RH às necessidades dos servidores.
Como se pode notar, é o Consultor interno do RH quem acompanha o cliente interno muito de perto. Auxilia na solução de problemas elaborando diagnósticos, submetendo recomendações, sugestões, opiniões e críticas, sempre orientando para a solução.
A proposta então, é a de que esse profissional, até então especialista, adquira uma maior gama de habilidades tornando-se multidisciplinar ou multifuncional, ou seja, conhecedor de todas as atividades da área de RH.O Consultor não precisa ser um profundo conhecedor das situações a serem analisadas, mas tem que ter boa visão do que ocorre e o que passará a ocorrer com as alternativas propostas.
Resumindo: deve ter uma visão generalista sobre a área.

adaptado por Camila Teixeira